Cultura

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As polêmicas envolvendo cantores sertanejo são das mais diversas, indo de looks a casos na justiça, este é o caso de Leonardo, sua filha, Jéssica Costa, e o marido dela, Sandro Pedroso.

Segundo o programa Hora do Faro, o sertanejo não teria aceitado muito bem o relacionamento da filha e, pedido, até mesmo, um teste de DNA quando ela engravidou de Sandro. Além disso, o jornal Extra noticiou que o cantor também não compareceu ao casamento dela, levantando assim ainda mais suspeitas de uma certa tensão.

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Pelo que parece, sua ausência se deu pois ele não concordou que o casamento fosse financiado por um programa de TV, no caso, o mesmo Hora do Faro. Fora isso, Leonardo também teria ficado irritado pelo fato dos noivos receberam um cachê enorme para falarem o famoso sim diante das câmeras.

Após 35 anos, a Expomusic, uma das maiores feiras de negócios no setor da música na América Latina, não será realizada. A edição de 2019 do evento foi cancelada por conta da baixa adesão comercial por parte das empresas expositoras.

O comunicado foi feito através de uma nota publicada no site da Associação Brasileira da Música (Abemúsica). Segundo a nota, a 35ª edição da Expomusic foi inviabilizada pela baixa adesão de expositores, sendo assim, o cancelamento do evento foi necessário para evitar prejuízos.

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Ainda segundo a nota, nos últimos cinco anos a feira já vinha amargando pouco lucro. A Expomusic 2019 seria realizada entres os dias 15 e 19 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Confira a nota na íntegra.

A Abemúsica – Associação Brasileira da Música e Francal Feiras comunicam o cancelamento da Expomusic 2019 – Feira Internacional da Música, Áudio, Iluminação e Acessórios, agendada para o período de 15 a 19 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Confira a nota na íntegra.

Inúmeros esforços, estudos, contatos comerciais e reuniões com a indústria de instrumentos musicais, distribuidores, importadores e outros players foram promovidos para a realização da Expomusic, no entanto variáveis em seu conjunto não recomendam sua realização.

Com a adesão comercial não suficiente de empresas expositoras do mercado de instrumentos musicais para concretizar sua realização como feira de negócios do varejo e fornecedores, o cancelamento se tornou adequado para evitar novos prejuízos, além dos já sofridos nos últimos 5 anos.

 O Apresentando o show “Na Madrugada”, o cantor e compositor Paulinho da Viola chega ao Recife no dia 14 de julho. A apresentação acontece no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco, às 21h30.

O repertório revisita grandes sucessos da obra do ‘Príncipe do Samba’ e faz novas versões para canções menos conhecidas. Neste espetáculo, há um bloco instrumental que homenageia o centenário de seu pai, César Faria (1919-2007), violonista do lendário conjunto de choro Época de Ouro.

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Os ingressos custam a partir de R$ 72 e estão à venda na bilheteria do teatro, lojas Ticketfolia (shoppings Plaza, Recife, Tacaruna, RioMar, Boa Vista) e no Eventim.

Serviço

Pauliho da Viola- "Na Madruga"

14 de julho | 21h30

Centro de Convenções de Pernambuco (Av. Prof. Andrade Bezerra, S/N - Salgadinho, Olinda)

A partir de R$ 72

O cantor e compositor Scott Walker, ex-integrante do grupo The Walker Brothers, morreu nesta segunda-feira (25), aos 76 anos. No Instagram, a gravadora 4AD noticiou o falecimento do artista.

"É com grande tristeza que anunciamos a morte de Scott Walker. [...] Audacioso e questionador, ele produziu obras que exploram a vulnerabilidade humana e a escuridão ímpia que a rodeia", diz um trecho do comunicado na rede social. A causa da morte não foi revelada.

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No comando da banda The Walker Brothers, Scott fez sucesso durante as décadas de 1960 e 1970, passando depois a investir na carreira solo. Trilhando o caminho da música por mais de 50 anos, o americano ficou conhecido ao lançar o clássico "Joanna". Casado com Beverly, Scott Walker deixa uma filha e uma neta.

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Shakira chegou em um momento da carreira que acabou sentando para pensar e refletiu que alguns momentos em que ela participou lá no passado poderiam ser apagados da sua mente e da internet. De acordo com um jornal argentino, La Nacion, a artista tem feito de tudo para realmente sumir com algumas imagens que ela protagonizou na novela El Oasis, em 1994.

Na época, a cantora tinha apenas 17 anos de idade (um ano antes dela ganhar realmente fama) e foi quando fez sua primeira participação como atriz em uma novela local, que depois também foi exibida no Peru, Costa Rica, México e Chile.

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Na trama, a colombiana era chamada de Luis Maria Rico, uma jovem que tinha um amor pra lá de proibido, já que seu pai não a deixava namorar o homem que ela tanto amava. Ainda de acordo com uma nova publicação do jornal espanhol Gol, Shakira está investindo uma verdadeira grana para a destruição deste material que ainda está disponível no YouTube e nas redes sociais.

Marcado para acontecer na área externa do Centro de Convenções de Pernambuco, no dia 4 de maio, à partir da 14h, o Festeja Recife traz grandes nomes da música brasileira pra esta edição.

Marilia Mendonça, Léo Santana, Gabriel Diniz, Jonas Esticado, Zé Neto e Cristiano, Dorgival Dantas e Ludmila comandarão a festa. Os ingressos podem ser adquiridos a partir de R$ 88 no site Meu Bilhete. A festa também conta com open bar.

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Serviço

Festeja Recife

4 de maio | 14h

Centro de Convenções de Pernambuco (av. Prof. Andrade Bezerra, s/n - Salgadinho, Olinda)

Ingressos a partir de R$ 88

 

Após 15 anos de carreira, a banda Casas Populares da BR 232 lança seu primeiro disco. A produção será liberada nas plataformas digitais nesta segunda-feira (25) e também conta com uma audição na loja Passa Disco, no Recife.

Intitulado Negraíndia, o trabalho ilustra a multiculturalidade de Pernambuco e sintetiza os 15 anos de estrada da banda. Formado por Carol Lopes, Joaninha Xeba, Natália Lopes, Raquel Santana, Eric Caldas e Josy Caldas, o Casas Populares da BR 232 exalta a tradição guardada com as mulheres do Brasil.

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O disco tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE). Além da gravação do álbum, a banda vai circular com shows por Recife, João Pessoa, Brasília e São Paulo.

Serviço

Lançamento virtual: Negraíndia, primeiro álbum do Casas Populares da BR 232

25 de março | às 19h

Passa Disco (Galeria Hora Center, Rua da Hora, 345 – Espinheiro, Recife)

Entrada gratuita

*Com informações da assessoria

 Após os ingressos para turnê ‘Nossa História’, de Sandy e Junior, se esgotarem em quase todas as cidades rapidamente, os ‘passaportes’ para curtir o reencontro da dupla estão sendo comercializados a preços abusivos em sites de revenda.

Para o show de abertura da turnê, que acontece em Olinda, no dia 12 de julho, a entrada, no site 'Viagogo', para o setor camarote custa R$13.500, já para a pista, o ingresso mais barato está sendo vendido à R$610. Anteriormente os ingressos custavam R$3.200 e R$80, respectivamente. 

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Nesta sexta-feira (22), o Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon-PE), interrompeu as vendas dos ingressos para investigar divergências nos serviços oferecido nas bilheterias presenciais. A turnê 'Nossa História' passará por 10 capitais brasileiras. 

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Prometendo agito, o Baile da Proibida está marcado para acontecer dia 18 de abril no Clube Internacional do Recife. Os primeiros nomes do evento já foram confirmados: É o Tchan e Valeska Popozuda. O primeiro lote dos ingressos custam R$ 110 e a pista R$ 44.

A festa ainda promete contar com o Lounge Proibido, um espaço com vista privilegiada para o palco e serviço open bar completo (refrigerante, água, drinks, espumante e doses de gin, vodka e whisky).

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Serviço

Baile da Proibida

18 de abril

Clube Internacional do Recife (R. Benfica, 505 - Madalena, Recife - PE)

R$ 110 | R$ 44 (pista)

Comemorando seus 15 anos de carreira, Isabella Taviani volta ao Recife para uma versão 'pocket' de seu show. A cantora sobe ao palco do Teatro Boa Vista, no dia 4 de maio, para uma apresentação de 'voz e violão'.

O show 15 anos, (só) eu e você propõe uma maior aproximação e interação com o público. No palco, Taviani apresenta suas canções da maneira que foram concebidas, em uma versão voz e violão. No repertório, músicas como O Farol, Recado ao tempo, Diga sim e Luxúria, além de um tributo aos Carpenters e e de um single recém lançado, A vida segue sem você.

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Serviço

Isabella Taviani - 15 anos - só eu e você! Voz e Violão

4 de maio | 20h30

Teatro Boa Vista (Rua Dom Bosco, 551 - Boa Vista)

O Brasil tem uma forte tradição de grandes cantoras. Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Angela Ro Ro são mulheres que integram o rol de elite das vozes femininas brasileiras. Porém, as mulheres estão querendo mostrar mais que suas belas vozes ao chegar ao microfone. A necessidade de cantar o que se vive e sente tem feito o número de compositoras crescer de maneira exponencial. Em Pernambuco, o momento é de explosão nesse segmento e a música autoral feita por elas tem movimentado cenas que vão da música popular ao Hip Hop.

Conhecido como berço de grandes músicos, o estado também tem se revelado um celeiro de compositoras; mulheres que através de sua musicalidade, independente de estilo, estão expressando não só suas próprias verdades e anseios como, também, os de tantas outras. Um exemplo disso é Mayara Pera (@mayarapera); com passagem pela banda Lulu Champanhe, mãe de Dom e Martin, e que desde 2017 vem se dedicando intensamente ao seu trabalho autoral, tendo passado já por importantes palcos como o do Carnaval do Recife em 2019.

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Mayara vai lá atrás para falar sobre mulheres que, assim como ela, compõe: “Quando se fala nas mulheres compositoras e intérpretes de suas próprias obras como algo recém aquecido me vem à cabeça citar Chiquinha Gonzaga, com sua chama musical lá em 1877. Sempre teve mulher compondo e criando, só que esse era um espaço às vezes tido como se não fosse nosso, ele sempre foi, hoje não é uma novidade”. Para ela, essas mulheres, de ontem e de agora, estão fazendo “história” e que talvez estejam se multiplicando pelo momento atual que o mundo atravessa: “Acredito que esse aquecimento tem muito mais a ver com um aquecimento de militância feminista, de compor o que se luta e se acredita, do que de fato compor ao que lhe é conveniente”.

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Olhar para trás, ou ainda para os lados, e espelhar-se em quem já trilhou ou está trilhando o caminho das pedras é algo que faz diferença. Sobre isso, Dani Carmesim (@danicarmesim), roqueira pernambucana com um disco lançado em 2014 e outro na agulha, para este ano, entende bem. No início da carreira, em 2004, ela temia se jogar na cena por não encontrar outras mulheres. Só em 2011 é que ela se sentiu à vontade para assumir a carreira e colocar seu nome ‘na roda’: “Descobri que tinham muitas meninas que passavam pelo mesmo que eu, tinham medo de sofrer machismo. Agora com esse ‘boom’ feminino de não querer se calar, de querer mostrar que a mulher pode fazer tudo, a gente se sentiu mais encorajada”.

A onda feminista que vem tomando o mundo, nos mais diversos contextos, também é citada como ‘culpada’ pela proliferação de compositoras por Lady Laay e Sam Silva (@silvasam_). A primeira, MC, Bgirl, grafiteira, analista de sistemas e programadora, fazendo música desde 2012. A segunda, baterista, cantora e compositora da cidade de Goiana, no interior pernambucano, ‘correndo atrás’ desde 2009 e prestes a gravar seu primeiro EP solo. Sam também volta ao passado para justificar o presente, e relembra das muitas mulheres que se escondiam atrás de pseudônimos para compôr sem serem descobertas. Hoje, diante desse novo cenário, a liberdade de escrever se tornou algo real e está se multiplicando: “Eu atribuo isso a uma questão de empoderamento mesmo que vem acontecendo no contexto geral das coisas mas principalmente na música. A gente está se sentindo mais à vontade de botar a cara à tapa”

Já Lady Laay (@ladylaaine_elaine), que precisou garantir seu espaço em meio à cena Hip Hop, durante muito tempo dominada exclusivamente por homens, entende que este é um momento em que não é mais preciso para as mulheres ‘pedir permissão’: “A mulher no rap passa por algumas fases: na primeira, a gente tenta se inserir, mostrar que é capaz, mas sempre muito angustiadas com essa falta de espaço, tem meio que pedir licença pra entrar; na segunda fase é o enfrentamento, mas depois a gente já sabe que ali é nosso lugar e não vamos mais pedir licença. Ou fazemos nosso próprio espaço ou a gente arromba as portas, quer eles queiram quer não. Eu não tenho mais paciência de provar minha capacidade”.

Música 'de Mulher'

O momento favorável à composição feminina não exime as mulheres que escolhem esse caminho dos desafios de se inserir no mundo musical. A necessidade de provar sua capacidade, lidar com o descrédito, olhares tortos e, muitas vezes, boicote por parte dos outros, ainda é uma constante na labuta diária. A estereotipação do trabalho dessas mulheres também é algo que precisa ser combatido por elas.

Sam Silva relembra o início da carreira quando se deparou com esse tipo de barreira pela primeira vez: "Comecei como baterista, na banda Vênus em Fúria, e eu lembro dos olhares que eu recebia ou da cara de surpresa ou de desprezo por me verem na bateria. Quando eu fui pro violão as coisas mudaram um pouco, mas também tem o estereótipo de você ser lésbica e as pessoas acharem que a mulher lésbica tocando violão combina só com MPB".

A artista goianense diz que lutar pela quebra desses estereótipos é uma tarefa diária mas, apesar de parecer difícil, é possível: "Sempre há a especulação da imagem quando você vê, mas a gente vai tentando quebrar devagar, não só comigo mas com várias compositoras que eu observo, como Flaira Ferro (@falira_ferro), Mayra Clara (@cantoramayraclara), Sofia Freire (@sofia_freire). A gente tem os exemplos  delas que fazem um som totalmente novo, isso é importante".

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Dani Carmesim vai além quanto ao assunto revelando que esta não é uma exclusividade do mundo musical: "É uma realidade, tudo que a mulher faz, não só na música, é sempre uma coisa 'da mulher'. Infelizmente é como se a mulher sempre tivesse que provar pra sociedade, pros homens, que ela é capaz de fazer as coisas; e o que ela faz é igual e até melhor do que um homem faz". A compositora dá a receita para driblar o que poderia ser um empecilho: "A gente consegue se desvencilhar disso trabalhando, fazendo mais música, nao baixando a cabeça, não calando a boca, não aceitando que sejam impostas regras ou limites. Ninguém tem que passar por isso. Dessa maneira a gente mostra que nada precisa ser dividido".

Já Mayara Pera tem uma visão um pouco mais diluída sobre o assunto."Essa expressão 'rock de menina' eu já ouvi vagamente, mas nunca dei muita importância. É uma expressão que só se dói quem se encaixa, por isso nunca dei importância; é uma expressão que não existe onde eu ando. Pra mim rock é rock. Não faço a menor ideia do que seja 'rock de menina'". Demonstrando já estar calejada, a compositora parece acreditar que alimentar certas 'pilhas' é algo dispensável: "Nunca liguei em fugir de estereótipos, aliás fugir de nada. Eu tô fazendo meu som, cantando minhas histórias. As interpretações são todas bem vindas. A mulher que se conhece e sabe o que tá fazendo não liga para rótulos, ela vai lá e faz. E ponto final”.

Cota no mercado

As mulheres estão mais disponíveis e dispostas a compor e fazer sua música acontecer e o mercado parece estar abrindo os olhos para o trabalho delas. Porém, ainda não o suficiente. Para Lady Laay, a repercussão que as lutas feministas vêm ganhando na mídia estão contribuindo para que haja uma abertura: "Esses discursos têm tido mais espaço porém, ainda é um desafio. Ainda mais quando a gente vê o quanto as mulheres ainda ficam de lado comparadas aos homens. A gente já avançou bastante, mas ainda tem que avançar mais. Ainda é um protagonismo meio autorizado".

Mayara também não acredita que o mercado tenha "abraçado a causa" de fato, e comenta que recebe mais propostas durante Março, quando é celebrado o mês da mulher. "No resto do ano, canso de ver festivais onde tem quatro bandas compostas exclusivamente por homens e uma por mulher, pra não dizer que não colocaram as minas. É como se a gente tivesse uma 'cota' feminina de adentrar em um espaço que é nosso, que sempre foi nosso como citei anteriormente, desde 1887".

Já Dani faz uma ressalva quanto ao cenário recifense: "Aqui não há muita oportunidade para o novo, ainda tem muitas cartas marcadas que meio que controlam o que vai dominar nos palcos. Além de haver poucos espaços para a música autoral. A gente tenta quebrar isso ao máximo, a gente tenta diminuir o preço das entradas, fazer sorteios, mas o pessoal ainda é meio travado nessa parte de colaborar".

Juntas

Para além do mercado, uma outra fonte de apoio primordial para essas mulheres vem do público. Este precisa estar presente, compartilhando, indo aos shows e repercutindo os trabalhos que por vezes, ou sempre, se confundem com luta. Lady Laay lamenta: "As mulheres ainda não estão consumindo o produto de outras mulheres, existe muito apoio verbal, mas às vezes, o apoio real, que move as coisas, ainda não vem tanto".

Para Dani, essa necessidade transformou-se em campanha. Ela tira um dia da semana para publicar lançamentos e trabalhos de outras artistas locais nos seus stories do Instagram, com a hashtag #euindico. A cantora acredita que dessa forma, além de estimular o público, ela também coopera para que o seu próprio som tenha um maior alcance. "Se eu quero que as pessoas me escutem, e outros artistas também, eu  tenho que dar o exemplo. Tanto eu ajudo as outras meninas como eu também de certa forma me ajudo como artista, porque ao divulgar outras mulheres eu tô incluída nessa rede, essa rede também vai se expandir pra mim. A gente tem que se ajudar, a gente não pode ficar esperando. Acho que todo artista deveria pensar nisso e nao ter esse sentimento de competição e isso se quebra com luta".

‘Escute as mulheres’

O LeiaJá preparou uma lista de indicações de mulheres compositoras que estão movimentando a cena musical pernambucana. Confira o trabalho dessas minas.

Marília Parente - @mariliaparente

Doralyce Gonzaga - @doralyceg

Isabella Moraes - @isaisabelamoraes

Siba Carvaho - @sibacarvalho

Carol Ribeiro - @carolribeiromusic

Arrete (Ya Juste, Nina Rodrigues e Weedja Lins) - @oarrete

Una Martins - @unamartins

Joanah Flor - @joanahflor

Jessica Caitano - @jessica.caitano

Gabi da Pele Preta - @gabidapelepreta

Joana Terra - @joana.terra

Joana Knobbe - @joana.knobbe

Maria Flor - @mariaflor_multiartistalarissalisboamusic

Carina Maiara - @carinamayaraoficial

Luiza Fittipaldi - @luizafittipaldi

Laís Xavier - @laisxavierf

Fotos Mayara Pera: André Sidarta e Deyvid Saborido

Fotos Lady Laay e Dani Carmesim: Reprodução/Instagram

Foto Sam Silva: Divulgação

Goela Abaixo, segundo álbum de estúdio da banda paulistana Liniker e os Caramelows foi lançado hoje. O álbum conta com 13 faixas que foram produzidas em viagem pelo Brasil, Alemanha e Portugal, enquanto a banda estava em turnê.

O grupo, que conta com 9 artistas e é liderado pela cantora trans Liniker, está em ativa desde 2015 quando lançaram seu primeiro EP, Cru. Em 2016 a banda lançou seu primeiro álbum, Remonta, que conta com canções como “Tua”, “Sem Nome, Mas Com Endereço” e “Caeu”.

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Confira:

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Por Márcio Santos

 

O Procon-Pe vai notificar os envolvidos na produção e venda dos ingressos para o show da dupla Sandy & Junior no Recife. O órgão quer apurar o motivo para a falta de ingressos assim que a bilheteria foi aberta. A investigação começou nesta sexta (22), com uma visita ao Classic Hall.

O órgão de defesa do consumidor esteve no local de realização do show da dupla para verificar as vendas e as informações que estavam sendo repassadas na bilheteria. Ao constatar a irregularidade, o serviço foi suspenso temporariamente até que todos os ingressos fossem disponibilizados.

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Segundo a gerente da fiscalização, Danyelle Sena, tão logo foram abesrtas as bilheterias, os consumidores observaram que as opções oferecidas de ingressos eram limitadas, no entanto, nas redes sociais da casa de show não havia a informação de que alguns setores já estavam esgotados. "Iremos notificar para que o ocorrido seja explicado, já que o consumidor não foi informado da situação", disse Sena. As empresas terão ampla defesa, mas, caso seja constatada a irregularidade, o Procon-Pe deve entrar com medidas cabíveis.

*Com informações da assessoria

 As vendas dos ingressos para o show de Sandy e Júnior foram suspensas, na manhã desta sexta-feira (22), pela Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon-PE). De acordo com o órgão, os serviços oferecido nas bilheterias do Classic Hall, localizado em Olinda, eram divergentes do anunciado.

Segundo os fiscais do Procon, ingressos para determinados setores, como o ‘Golden’, que dá acesso à passagem de som da dupla, não estavam disponíveis quando as vendas começaram. No entanto, a organização do evento divulgou que mesmo após os ingressos se esgotarem na internet, poderiam ser adquiridos na bilheteria física.

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O órgão do consumidor também recebeu denúncias de cobrança de taxas de conveniência sobre os valores dos ingressos, o que não foi constatado com a chegada dos fiscais no local. Segundo o Procon, não há previsão para que as vendas dos ingressos físicos volte a ser realizada.

Pernambuco foi o lugar escolhido por Sandy e Júnior para sediar o primeiro show da turnê "Nossa história". A apresentação acontece no dia 12 de julho.

Na década de 1980, a televisão brasileira fervia com o surgimento de Xuxa Meneghel. Apresentando o programa "Xou da Xuxa", na TV Globo, a loura mais amada do Brasil não dava conta de cuidar de todas as crianças, e por isso passou a ter ajuda de garotas que encantavam o público teen. Formado por Andréa Veiga, Andréia Faria, Ana Paula Guimarães e Louise Wischermann, o grupo da primeira geração de assistentes - que ganharam o nome de Paquitas - se tornou ao lado de Xuxa uma febre nas manhãs da emissora.

Em 1989, a segunda geração de Paquitas, com Letícia Spiller, Tatiana Maranhão, Cátia Paganote, Ana Paula Almeida, Priscilla Couto, Roberta Cipriano e Andréia Faria, a Sorvetão, conseguiu vender 800 mil cópias do álbum de estreia com o clássico "Fada Madrinha (É Tão Bom)".

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Com o segundo disco lançado em 1991, Catuxita Top Model (Priscilla), Xiquitita Surfista (Roberta), Pituxita Bonequinha (Ana Paula), Miúxa Bruxa (Cátia), Catuxa Jujuba (Juliana), Xiquita Bibi e Paquitita Pluft deram espaço para outras meninas, intituladas New Generation, em 1995, que chegaram até a gravar dois CDs. Sete anos depois, as últimas Paquitas, conhecidas como PQT 2000, fecharam o ciclo após o fim da parceria entre Xuxa e Marlene Mattos, e não tiveram a oportunidade de gravar um álbum.

Para relembrar o primeiro LP lançado há 30 anos, o LeiaJá selecionou algumas canções que embalaram o sonho de muitas meninas em ser uma Paquita dos programas infantis da Xuxa com a famosa roupa de soldadinho nas cores azul e vermelho.

Fada Madrinha (É Tão Bom)

Alegres Paquitas

Bate na Madeira

Trocando Energia

Sem Medo de Ser Feliz

Auê

Sonho de Verão

Batatinha Frita

Mangas de Fora

Nova Geração

Telefone Toca

O Caderninho

Planeta Dance

Mar de Rosas

Vem Dançar Comigo

Se existe alguém

 A dupla Sandy e Junior anunciou que as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, serão privilegiadas e ganharão shows extras da turnê "Nossa história". Comemorando 30 anos de carreira, a dupla sobe aos palcos após um hiato de 12 anos.

As apresentações adicionais acontecem no Rio de Janeiro e São Paulo, nos dias 2 e 25 de agosto. A venda de ingressos para esses shows começam no dia 29 de março, a partir de 0h01 pela internet, e 10h nas bilheterias oficiais. Também haverá uma pré-venda, exclusiva para clientes do cartão Elo, nos dia 27 e 28 de março.

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A primeira apresentação da turnê acontece no dia 12 de julho, no Classic Hall, em Olinda. A venda de ingressos pela internet, para os shows de todas as cidades, já estão esgotados.

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O cantor Justin Carter, de 35 anos, morreu no último sábado (16), após disparar acidentalmente contra si mesmo. Visto como uma estrela em ascensão, ele gravava um novo clipe no momento do acidente.

A mãe dele, Cindy McClellan, em entrevista à emissora Fox News, disse que a nova produção estava sendo feita em Houston, no Texas, quando ele tirou uma arma de seu bolso e "atirou em seu olho".

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Para custear o transporte do corpo e o funeral, a família do músico está pedindo ajuda aos amigos e fãs, através das redes sociais. Uma vaquinha online também foi aberta, no entanto, ainda não foi aprovada.

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O Conservatório Pernambucano de Música abre as portas para receber o violonista Henrique Annes, no projeto “Quartas Musicais”, no próximo dia 27, às 19h30, no auditório Cussy de Almeida. O evento será gratuito.

A apresentação contará com a participação do professor de violão erudito do CPM Guilherme Calzavara. No repertório estão obras autorais e composições de Torroba, Malats, Dyens, Vlla Lobos e Canhoto da Paraíba.

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“Será um programa leve, um concerto muito musical de violões, algo que poucas pessoas fazem aqui. No repertório, apresentaremos composições de musicistas espanhóis, argentinos, brasileiros e também algumas obras autorais minhas”, destaca Annes.

Serviço

Quartas Musicais com o violonista Henrique Annes

27 de março | 19h30

Auditório Cussy de Almeida, no Conservatório Pernambucano de Música (Av. João de Barros, 594 – Santo Amaro)

Entrada gratuita

*Com informações da assessoria 

A cantora e compositora Pitty lançou na última quarta-feira (20) o single e o clipe de "Noite Inteira", canção que estará no disco "Matriz", com lançamento programado para abril, pela gravadora Deck. No novo trabalho, a cantora aposta em um rock dançante, com letra forte e influência de outros ritmos, como a salsa.

Pitty convidou o músico baiano Lazzo Matumbi, conhecido como "a voz da Bahia" e referência para todas as gerações de cantores de bloco até hoje.

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A artista conta que acompanha e admira os trabalhos de Matumbi desde a juventude. "Lazzo é uma voz de resistência do movimento negro e que me remete a isso desde pequena. Ouvia ele cantando músicas muito fortes, revolucionárias, um canto de liberdade, além de ter um vozeirão inacreditável, diz Pitty, que afirma ser um privilégio poder gravar com músico. "Mesmo que a gente tenha caminhos musicais diferentes, nos encontramos no campo das ideias. Foi uma honra para mim."

Segundo a cantora, a letra de "Noite Inteira" traz a união como tema e mostra que a música também é uma forma de manifestação. "É sobre a soma de forças, do quanto podemos realizar quando estamos juntos com um objetivo em comum, e a responsabilidade que temos com os valores com os quais nos comprometemos. E que pode ser tanto uma manifestação na rua, como uma festa, um Carnaval. A gente se junta para fazer revolução, mas também para dançar, para trocar ideia", conta.

O clipe, que tem quase 70 mil visualizações, foi dirigido por Carlos Pedreañez e traz ilustrações e cenas geradas em 3D, texturizações e animações, que foram feitas a partir de fotografias, e algumas animações com rotoscopia.

Em comemoração ao Dia Internacional da Francofonia, a Aliança Francesa Recife e pelo instituto Francês do Brasil traz pela primeira vez no Brasil o saxofonista e compositor francês Samy Thiébault, que é destaque no continente europeu dos músicos mais importantes e emblemáticos de sua geração, para uma apresentação gratuita no Recife. O show está marcado para acontecer no dia 30 de março, às 20h, no Teatro Valdemar de Oliveira.

O artista se apresenta na capital pernambucana como destino final da sua turnê trazendo a apresentação do seu mais novo álbum “Caribbean Stories” lançado em 2018 que é  fruto de uma viagem de imersão ao Caribe, passando por Cuba, Porto Rico e Venezuela, resultando em um trabalho autoral que celebra a música crioula e suas influências. No concerto em solo recifense, o jazzman francês Samy contará com o apoio, no palco, de integrantes do Conservatório Pernambucano de Música.

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Serviço

Show de Jazz com Samy Thiébault

30 de março | 20h

Teatro Valdemar de Oliveira (Praça Osvaldo Cruz, 412A, Boa Vista, Recife-PE)

Entrada Gratuita (Lotação 300 pessoas)

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